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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009
2% meus senhores, quem dá menos... Quem dá menos...

 

 

É caso para dizer que é a "tendência do leilão invertida"! Importa é que desça, e muito... A taxa de Referência do banco Central Europeu, que caiu hoje para os 2%.

Que o crédito vai mal parado já todos sabemos, e que isto vai mal também... Vai mal e não se antevêm grandes melhorias para os tempos mais próximos... Avizinham-se cinturas finas e cintos bem apertados... Quase parece uma reportagem de moda, mas não é, trata-se da realidade económica internacional.

Assim sendo, que baixem e muito, para termos dinheiro em saldos... Já que estamos na época deles, mas façam o favor de não subir muito depois, se não a malta fica sem "cheta" para os créditos outra vez, e isso meus caros, é uma grande chatice!

sinto-me: É isso mesmo... A baixar!
música: Nirvana - All Apologies
publicado por Conventodaalma às 16:52
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
Conjuntura

 

E pela primeira vez em muitos anos, a crise começa no coração do sistema...

O colapso dos pilares financeiros gerado pela crise no sector imobiliário americano está a afectar o mundo. Durante anos a fio, sobretudo na década de setenta e oitenta, era fácil viver do boom financeiro, comprar casas que eram quase "oferecidas", recorrer ao crédito e difundir o famoso "American way of life"! Uma uma casa, um carro, uma família feliz  e repleta de bens de consumo (facilitadres de vida).

Como era de esperar, e a história nos indica, não ia sempre assim, o centro da economia mundo muda, gira... Não estagna, nada fica parado para sempre, e se ficar é porque acabou. Como todos bem sabemos, o capital, o investimento e os negócios não pararam a nível global, antes abrandaram, como sempre acontece no fecho de mais um ciclo. A única diferença é que agora "monitoramos" estas coisas, e há 200 anos atrás não fazíamos nada disso.

A "breakagem" vai ser rápida, mas ainda assim, para a velocidade a que nos habituámos a "estar" vai-nos parecer externamente lento e penoso. Tudo que conhecemos hoje vai mudar. O "Império Americano" vai passar, perder importância, e o coração do sistema financeiro internacional vai-se mudar. Os negócios vão ter outro "El Dourado", e aquela que costumava ser a grande super potência vai ser um gigante ultrapassado, como que adormecido.

Se isso é bom se é mau para nós, o tempo o dirá, mas uma coisa é certa, se olhar-mos bem para as grandes potencias económica emergentes vamos perceber rapidamente que distam mais do modo de vida Europeu que os Estados Unidos, o que vai gerar outro tipo de atritos que mal começámos a perceber.

Deixará de ser exactamente o poder económico a gerar "guerras", mas também o será, passaremos desta fórmula para uma onde acrescentamos os conflitos culturais, de estilos de vida e religiosos, que são extremamente difíceis de controlar. Não sei exactamente qual será o comportamento do mundo perante uma constituição para salvaguardar os direitos das vacas, ou perante a adoração de um Bhuda! Nem quero pensar a complexidade que vai ser negociar com a China, onde nem sequer devem perceber  o conceito de "Ser Humano"... E se por acaso se lembrar de controlar a internet a nível mundial? Creio que felizmente chegámos entretanto a um ponto onde isso é quase impossível de ser feito, todavia, há que ponderar. Também o Japão será uma valente dor de cabeça, combinado com a Coreia e Singapura... Uma loucura!

Se pensar-mos bem, a menos que o cerne de tudo isto fosse a própria Europa, os Estados Unidos seriam sempre um "mal menor", e ainda assim, antes os Estados Unidos que uma Rússia, ainda que dentro da própria Europa. Também não me aprece que uma Alemanhã fosse muito mais saudável, ainda assim este julgamento prende-se com os actos tresloucado de um Austríaco chamado Adolfo, de sobrenome Hitler...

O que importa aqui é que o crédito anda "mal parado", as taxas de juro sobem todos os dias, a especulação imobiliária cai, o investimento degenera e acaba por diminuir, as falências sucedem-se, o desemprego aumenta... E isto num cenário internacional.

Pegando num recente exemplo, o Lehman Brothers era tão somente o 4º maior banco americano, e faliu... Já para não falar que temos outros neste mesmo limbo. Existem sectores de actividade como os seguros, que geralmente andam a par da banca, ou pertencem aos menos grupos, que também não estão a dar cartas positivas, e há já seguradoras de dimensão razoável a ponderarem declarar falência caso não recebam um forte encaixe financeiro.

Vamos acreditar que tudo isto vai encontrar, no imediato, um ponto de alavancagem e que as coisas se seguram, mais ou menos assim, por mais algum tempo, a bem de todos nós. Se bem que todos sabemos que se avizinham ventos de mudança cada vez mais fortes, e que a mudança, no fim, acaba sempre por ser positiva. Bem sabemos que não adianta resistirmos, levantarmo-nos a ela... São "favas contadas" e "reza" a história que vai ser menos assim; mais século menos século!

 

sinto-me: Overcome
música: Emilia - Big Girl in a Big World
publicado por Conventodaalma às 10:57
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