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Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
Disculpen las molestias

Mas a verdade é que os políticos são aborrecidos, e a política é coisa de gente chata... Mas só para quem não tem imaginação!

Vamos para o Universo da banda desenhada...

 

Adoro estes gauleses...
E agora para um capítulo novo, com um Sarkofago (onde guardam os restos mortais de Sarkozy):
Ficamos então à espera de mais novidades deste capítulo, já que o veneno está sempre à espera de se "espalhar", e se isso regra geral é mau, neste caso é bom... Muito bom mesmo!
sinto-me: Muito bem
música: edith piaf - la vie en rose
publicado por Conventodaalma às 15:02
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Um novo país

Acho que em muitos anos é a primeira vez que dou os bons dias num país de direita!

Se isso me deixa feliz? De certa forma, acho que sim, afinal cada povo deve ter o país e os dirigentes que merece, e pelos vistos, não merecemos mais que Passos Coelho e Aníbal Cavaco Silva juntos... Antevendo o futuro, acho que vai ser lugar comum ler nas notícias que "Cavaco ouve Passos", e o melhor de tudo é que vai ouvir mesmo. Soa a paranormal... E quase me apetece dizer que é, mas não é; o que é uma pena!

Continuamos num país que não sabe viver a Democracia, e não a respeita. A bastenção mais uma vez situou-se acima dos 40%! Será possível? Haverá mesmo mais de 40% de malucos em Portugal? Eu acredito que sim.

Custa-me aceitar que de 1974 para cá o melhor que conseguimos fazer foi isto! Daqui a nada começo a defender a monarquia, afinal, pelo menos estes não terão objectivos eleitoralistas e não precisaram de uma inquisição que os defenda; já estão investidos de poder e defendidos por Deus! Seja lá isso, na prática, o que for. É degradante ter que viver esta realidade. Nunca pensei que um pensamento destes se apoderasse de mim alguma vez na minha vida, mas a verdade é que chegámos ao dia em que todos estes pensamentos fazem sentido.

Não era preciso ter caído o Governo para chegarem lá mais uns quantos e dizerem que afinal, iam ter na mesma que cumprir com o motivo pelo qual puseram os anteriores a andar, os packs... Tinha ficado mais barato sem eleições desnecessárias, porque apesar dos "bonecos" mudarem de cadeira, os marionetes e a peça mantêm-se.

 

 

sinto-me: Cansada
música: Nem consigo pensar numa para isto...
publicado por Conventodaalma às 10:38
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Noves fora, nada!


 

 

Mais assessor, menos assessor... O que é que isso importa? Terá relevância que tenha sido o homem da confiança de Cavaco nos últimos 20 anos? Alguém tem que fazer o trabalho sujo... A mando ou não... Isso agora são nabos que ainda hão-de sair da púcara, ou talvez também não.

Em plena actividade eleitoral, na recta mais que final das Legislativas, Cavaco, Manuela, as escutas, o assessor que foi a andar, os jornalistas, os opinion makers, a opinião pública... TUDO, a pensar mas escutas e na posição frágil em que Cavaco se coloca ao mandar o "rato de sacristia" embora... Eu arrisco dizer que por este caminho, a Manelinha efectivamente não precisa mais inimigos.

O email que foi enviado, ou não, mas que pode ser provado se o foi... Mais a falta de sentido de oportunidade de toda esta questão, dão-nos efectivamente uma réplica fiel do país que temos...

Com tanta coisa já ninguém fala no Freeport ou na Manuela Moura Guedes (que era uma dose daquelas... Alguém fez efectivamente um favor à nação). O que importa agora é esmiuçar a questão das potenciais escutas que ao que se sabe nunca chegaram a existir, e garantir que o Exmo. Sr. Presidente da República não é ouvido ou escutados pelos demais políticos... Eu acho que a ser verdade Cavaco devia dar graças a Deus, eu sempre tive para mim que os políticos ou são surdos ou ouvem todos muito mal, ao ponto de precisarem de apuradíssimos aparelhos auditivos infrutíferos... É que tanto ao quanto o que sei, os políticos não se ouvem uns aos outros, nem querem saber do que os outros têm para dizer.

Gostava que nos focássemos todos no facto de domingo ser dia de ir às urnas, e de se tomarem decisões sérias ao colocar um simples papelinho assinalado com a nossa opção dentro das mesmas. O futuro de todos depende de termos este gesto ou não. Se não expressar-mos a nossa opinião alguém fará vale a sua pela nossa.

Eu bem sei que a democracia nos dá direito à abstenção, aos votos em branco e até a ir lá brincar, tornar um boletim nulo... Mas também nos investe de poder, poder esse que é decisão. Dá-nos ferramentas para nortearmos o nosso destino, e nós temos que fazer o que soubermos com elas.

O voto consciente não passa da nossa melhor "adivinha" num determinado momento, e que geralmente se pauta por votarmos num projecto cujas premissas se pautem pelos nossos princípios, e com o qual acreditamos que mais coisa menos coisa, os nossos interesses serão feitos valer. Claro que esta nossa aspiração numa é plenamente cumprida, isto porque quem se senta nas bancadas do Parlamento, apensar de ter "os mesmos ideias base", não é exactamente a mesma pessoa que nós.

Importa desta vez, mais do que nunca, não deixar a abstenção vencer. Há realmente uma instabilidade reinante, e tudo o que puder ficar plenamente definido deve será uma mais valia. Não devemos deixar margens para que se ande por ai a dizer que caso a abstenção não tivesse ganho tantos eleitores as coisas seriam diferentes.

 

 

sinto-me: Preocupada e apreensiva
música: Cavaquinho - instrumento folclore tradicional português
publicado por Conventodaalma às 11:41
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Marques Mendes não tem emenda

 

"Ele só toca a tuba quando a tuba não toca"

citando o fon fon fon dos Deolinda que nada têm a ver com este post, como é óbvio

 

 

Mas desta vez, e só para cúmulo do azar, até tem alguma pontinha de razão...

Realmente, pessoas sobre as quais cai o manto da dúvida e da suspeita relativamente ao facto de terem cometido crimes não se deveriam poder candidatar a serem eleitas para cargos públicos de responsabilidade.

Está bem que o povo é que vota, e dizer isto é quase, em certa parte, dizer que o povo é irresponsável por eleger estas pessoas; e neste ponto, sim, concordo que o povo nem sempre demonstra a responsabilidade que devia, nem o mérito para fazer "justiça" que se lhe atribiu.

Isto não acontece assim, por mero acaso, e com base no nada, acontece porque há um descrédito profundo na sociedade e nos políticos que nela "vegetam". O cidadão muitas vezes acaba por assumir para si, a meu ver menos bem, mas não me atrevo a dizer "erradamente", que tanto faz votar no que está a ser acusado ou não, porque ainda que seja outro, não acusado, a ir para a cadeira do poder, este "inocente" está apenas a passar "impune" porque, se for investigado, não é mais nem menos que mais um criminoso na política. Bem sei que com esta imagem de uma classe não se faz muita coisa, pois a sua própria condição é inibidora da sua melhoria. Digamos que a política em Portugal sofre um processo auto degenerativo.

Os políticos não são mais que Homens (masculino genérico, como diria alguém que eu conheço) comuns e mortais, que cometem erros e têm defeitos; mas o ponto é que não deveriam ser tão imperfeitos quanto todos os demais. Deviam tentar fazer melhor uso das suas virtudes, e ter um auto controlo um pouco maior. Não é por acaso que nos Estados Unidos um candidato seja ao que fôr, em muitos Estados, que não vá à Missa ou que engane a esposa é logo tido como alguém que não cumpre as suas obrigações e que, sendo capaz de enganar a própria esposa, mais depressa engana todos os cidadãos seus eleitores. Não que o "cu" tenha alguma coisa a ver com as "calças", e perdoem-me esta expressão, mas é mesmo assim. Se um candidato num país como os Estados Unidos estivesse no lugar de um Isaltino ou de uma Fátima Felgueiras (que já foi ilibada e inocentada), não teria forma de ser eleito. Isto por oposição a Portugal ou a Itália, onde tudo é possível!

Se formos por este tipo de comparativo, e pegando no exemplo italiano, começamos com Berlusconi e os seus galanteios a "gajas" mais jovens que a mulher, e encontramos a eleição da própria Cicciolina, Italina por casamento, que foi candidata pelo Partido do Amor e eleita deputada nas listas do Partido Radical...

Claro está que nestes caso os visados assumiram actos e culpas e não falamos de nada de criminoso por aqui, falamos apenas de momentos caricatos. Isto tudo para chegarmos ao deputado americano que casou com uma atriz porno portuguesa, nos estados Unidos, e acabou por ter que se demitir do cargo... Porque o puritanismo diz que não é isto que um "Senhor" faz... Mesmo que desta forma estivesse a ir ao encontro do seu coração e da sua consciência, não traindo ninguém e assumindo o que de facto quer. A meu ver é ridículo... O deputado visado pelos factos poderia estar com quem entendesse sem consequências, afinal até foi "transparente", mas como se espera dele os melhores padrões morais, e as opções profissionais da mulher do deputado não se encaixam na definição de "normalidade" americana, as consequências fizeram-se soar.

Em Portugal sabemos que é incómodo ter alguém por candidato que já foi acusado de alguma coisa grave, ainda que provada a sua inocência juridicamente. Olhemos para o caso de Paulo Pedroso... Candidatou-se e retirou a candidatura e ainda bem, porque ia colocar todos os simpatizantes e filiados do PS no destrito de Setúbal, e na cidade de Almada numa posição muito desconfortável... É claro que um crime é sempre grave, mas quando falamos de pedofilia... É tremendo! O impacto disto na vida de uma pessoa é algo de incalculável e não sendo verdade... É de levar uma pessoa à loucura. Siceramente acredito que Paulo Pedroso até seja mesmo inocente, mas percebo o constrangimento generalizado. Acho que pedofilia, violação ou himicidio são os únicos crimes capazes de realmente "matar politicamente" alguém em Portugal. Há que dizer que pelo menos isso, que nos casos de maior gravidade haja realemnte uma barreira para a despreocupação do eleitorado.

Acho que devia haver um pouco mais de decoro no acto de candidatura a um cargo público. Claro que tudo isto tem o seu lado perverso, pois haverá casos em que estamos a referir-nos a um elevado grau de calúnia e difamação... Mas outros haverão que não, e estes sim são os graves!

sinto-me: O peso da responsabilidade
música: Cantiga da Rua
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
As eleições dos sociais democratas

 

 

Com algum espanto para poucos e muito espanto para quase nenhuns, Manuel Ferreira Leite chega à liderança do Partido Social Democrata (PSD). Com ou sem idade, independentemente do cinzentismo que se esfuma entre ela e Sócrates, a "Dama de Ferro" cá do "lugarejo" está sentadinha no poleiro. Não me ocorre nada mais nada menos que admitir que estamos todos em período de nojo, sem excepção...

Não consigo sequer esboçar uma reacção de espanto. Coelho era demasiado à direita para o centro, e Santana Lopes tem vindo a fazer nozinhos à volta do próprio pescoço para subir ás árvores e deixar-se cair... Todos os outros candidatos estavam, claramente, noutra "corrida"! Imaginem se Patinha Antão ganhava a eleição? Ía parecer que estávamos no universo dos contos infantis ou coisa do género... Tipo aquela colecção de livros da "Anita" que vai basicamente a todo o lado: ao médico, ao ballet, ao hospital, ao Jardim, cozinha... Só que neste caso teríamos Patinha Antão na Assembleia da República, Patinha no parlamento, Patinha em Lisboa, Patinha dá volta ao país... Era tudo uma grande fábula!

Ferreira Leite não terá certamente a oportunidade de "desmantelar" o que resta no nosso tão querido sistema de saúde universal e gratuito, que tanto jeito dá a imensos desempregados, avençados e afins... O estado tem muitas culpas no cartório, sem sombra de dúvidas, mas com isto não estou a apontar o dedo a este Governo, muito menos a poupá-lo; estu a referir-me a todos os que por lá passaram nos últimos anos.

A candidata previsível ganhou, e certamente espera-se algo mais do que aquilo que tem vindo a ser feitos pelas últimas lideranças (Menezes e Mendes), mas aventuro-me aqui a prever o futuro... Não sei exactamente como é que Manuela Ferreira Leite vai "descalçar" esta "bota", pois a sua margem de "ataque" ao Primeiro-Ministro é bem estreita e, segundo consta, ambos confluem em muitos pontos.

Leite não concorda com a "baixa de fachada" de 1% no IVA, que aliás não terá própriamente qualquer reflexo no comprador final... Esse 1% de IVA é perfeitamente residual, e o reflexo dele na venda a retalho será certamente nulo... Os comerciantes não vão mudar as etiquetas... Vejam lá se na Zara, por exemplo, uma grande cadeia de venda a retalho, há alguma diferença no preço das peças entre Portugal e Espanha... Pois! Não... E em espanha o IVA é de 16%! Dá que pensar, não dá?

Não gosto da abordagem política de ferreira leite, consegue ser ainda mais radical que Sócrates; diria que é a pessoa ideal para "amputar" a mão invisível de Adam Smith... Não simpatizo com ela, e não pretendo deixar passar este "mandato" laranja "em branco"... isso vos prometo desde já, caros leitores e amigos.

sinto-me: Na "oposição"
música: Duffy - Mercy
publicado por Conventodaalma às 01:21
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