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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
Hoje não sai da cabeça

Esta música...

 

 

 

 

 

 


Nostalgia... Saudosismo... Tristeza? Whatever... Mas há neste tema de José Carlos Ary dos Santos uma grande e inabalável verdade: "nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto"!

Basta pensarmos no pior dos casos mediáticos de sempre, o Príncipe Carlos de Inglaterra e a Duquesa da Cornoalha, Camila... Só teriamos tido uma família "estragada"; salvo seja, maz feliz! Porque é que as pessoas não procuram simplesmente por quem gostam e fazem-se a elas e aos outros infelizes?

Assumo também que só se deixa fazer infeliz quem quer!

 

Enfim...

 

A letra é um poema maravilhoso:

 

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.

 

José Carlos Ary dos Santos

 

sinto-me: Tédio...
música: Carlos do Carmo - Estrela da Tarde
publicado por Conventodaalma às 11:49
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